domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 4 de dezembro de 2010
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Quando um individuo ingressa na escola pela primeira vez sempre se depara com algo novo, com uma aquisição sistemica e organizada de conhecimentos cientificos, os quais se diferenciam dos conhecimentos que estes já possuíam até então de maneira espontanea e nunca de forma sistematizada.
Universidade Federal do Piauí - UFPI
Teresina-Pi
sábado, 27 de novembro de 2010
Multiculturalismo
BIBLIOGRAFIA: Richard BERNSTEIN (1995) The Dictatorship of Virtue. Multiculturalism and the battle for America’s future. New York: Knopf; Homi BHABHA (1994) The Location of Culture. London: Routledge; Henry GIROUX (1994) Disturbing Pleasures, New York: Routledge; Donaldo MACEDO (1994) Literacies of Power: What Americans Are Not Allowed to Know, Boulder Co.: Westview Press; Peter MacLAREN (1995) Critical Pedagogy and Predatory Culture. Politics in a Postmodern Era. London and New York: Routledge; Peter STALLYBRASS and Anthony WHITE; (1986) The Politics and Poetics of Trangression, Ithaca: Cornell University Press.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
[...] Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos .
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão .
Fernando Pessoa
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
IMPORTANCIA DA MATEMATICA
Atualmente quando se discute sobre educação nas séries iniciais tem-se o pedagogo como sendo o principal responsável pelo processo de formação educacional inicial nas escolas regulares. É salvo dizer que o curso de pedagogia forma profissional habilitados para o desenvolvimento de trabalho pedagógico em todas as séries do ensino básico regular que este é capacitado (educação infantil, ensino fundamental menor – primeiro ao quinto ano), etc. Como podemos notar, o pedagogo é aquele responsável pela construção de conhecimentos científicos que compõe a educação fundamental das séries iniciais de uma sociedade.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
CURRÍCULO E SOCIEDADE
DIFERENÇA ENTRE VERIFICAR E AVALIAR? PEDAGOGIAS MAIS ADEQUADAS PARA CADA UMA (AVALIAÇÃO/VERIFICAÇÃO)?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
PRIMEIROS SOCORROS COMO DISCIPLINA DO ENSINO BÁSICO REGULAR
Crítica neomarxista de Michael Aplle
CÓDIGOS E REPRODUÇÃO CULTURAL: BASIL BERNSTEIN
Prof. Daniel Barros
segunda-feira, 19 de abril de 2010
PEDAGOGIA HOSPITALAR
O atendimento pedagógico em ambiente hospitalar é reconhecido pela legislação brasileira como direito da continuidade de escolarização aquelas crianças e adolescentes que se encontrem hospitalizados (CNDCA 1995).
O atendimento Pedagógico Hospitalar teve seu inicio na década de 50, na Cidade do Rio de Janeiro no Hospital Escola Menino Jesus, serviço esse que se mantêm até atualidade; servindo como um resgate da criança e ou adolescente, fazendo um elo entre sua realidade atual, como interno, e a vida cotidiana. O Profissional que atua na Pedagogia Hospitalar, tem formação de educador e que por meio de diversas atividades pedagógicas, acompanha e intervêm no processo de aprendizagem do educando, além de fornecer subsídios para a compreensão do processo de elaboração da doença e da morte, explicar procedimentos médicos e auxiliar a criança e o adolescente na adaptação hospitalar, dando oportunidade para que os mesmos possam exercer seus direitos de cidadãos.
A Pedagogia Hospitalar, dividi-se, basicamente em três modalidades:
Classe Hospitalar – Refere-se á escola no ambiente hospitalar na circunstancia de internação temporária ou permanente, garantindo o vinculo com a escola e/ou favorecendo o seu ingresso ou retorno ao seu grupo escolar correspondente.
Brinquedoteca – Brincar é muito importante para a criança, pois é por meio desta ação que ela usufrua de plenas oportunidades que possibilita desenvolver novas competências e aprender sobre o mundo, sobre as pessoas, e sobre si mesma. A brinquedoteca socializa o brinquedo, resgata brincadeiras tradicionais, e é o espaço onde está assegurado á criança o direito de brincar.
Recreação Hospitalar – Atividade que oferece a oportunidade da criança brincar, mas brincar não se limita somente ao contato ou interação com o objeto brinquedo, fundamental é constituir a possibilidade de uma atividade que pode ser realizada em um espaço interno ou externo.
(Publicado em 05 de outubro de 2007)
quinta-feira, 18 de março de 2010
Neoliberalismo na educação
A teoria do Capital Humano teve raiz e base de sustentação marcada pelo crescimento econômico, pelo fortalecimento dos estados e na conquista do pleno emprego. A crise da Era do Ouro do capitalismo contemporâneo e o seu estrondoso desmoronamento a partir dos anos 1970 marcaram uma alteração substantiva na função econômica atributiva á escolaridade (SANFELICE, pag. 47. 2005).
A partir desse período a teoria do Capital Humano consagrou a escola como principal âmbito de formação para o emprego. Com isso a expansão dos sistemas escolares nacionais tem sido produtos, em certos sentido da promessa da escola como entidade integradora, ou seja, como principal responsável pelo processo de democratização (como um poderoso dispositivo institucional de interação social).
A degradação dos trabalhadores em educação não é uma exceção no cenário brasileiro atual. O conjunto das classes trabalhadoras brasileiras tem vivido desde a implantação do modelo capitalista neoliberal, a degradação de suas condições de vida e de trabalho. Esse modelo capitalista tem reservado para os trabalhadores do setor privado o desemprego crescente e prolongado, o emprego informal, sem direitos e mal remunerado, a redução ou supressão de direitos e o declínio da média salarial. Muitos desses sinais dos novos tempos já são amplamente visíveis no ensino privado. No setor público, o arrocho salarial, já antigo, foi reforçado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a precariedade foi implantada pela Reforma Administrativa e a insegurança pelo terrorismo previdenciário das sucessivas reformas, oficiais e oficiosas, da previdência. As más condições de vida e de trabalho no setor da educação, apesar de suas especificidades, fazem parte, portanto, de uma situação geral vivida pela grande maioria dos trabalhadores brasileiros. (ARNALDO BOITO JR., 2002).
Com base no que se foi estudado o Capital Humano pode ser considerado como a soma dos investimentos de um indivíduo em aquisição de conhecimentos e que a qualquer momento reverte em benefícios econômicos para o próprio uso (Ex: na posse e procura de melhores empregos e vantagens consideráveis na aquisição de novas aprendizagens para o mercado de trabalho). Este capital, diferentemente do capital econômico, não pode ser roubado ou transferido, vindo acompanhar o individuo por toda a vida disponibilizando de alguma forma influencia de sua trajetória social e econômica.








